10 Estratégias que são nocivas para os negócios nas Redes Sociais


Sigo de volta, mas dá unfollow

Uma das táticas mais utilizadas pela rede e extremamente comum no Instagram. É comum vermos contas sociais de empresas e figuras públicas seguindo no famoso SDV (Sigo de Volta). Mas depois de um tempo eles param de seguir, pois o resultado esperado é terem um número enorme de seguidores e menor de seguidos para dar impressão que eles são influenciadores.

O lado negativo é que você não possui exatamente um público fiel ao seu produto e sim uma quantidade que pode significar mais visibilidade digital e não uma efetiva compra. Não é incomum no mercado vermos perfis lotados, mas o volume na loja física corresponder menos de 1% do total de seguidores.

Redes Sociais: Demora ou não responde

O canal de MP (Mensagem Privada) é potencial quando utilizado com sabedoria. E não responder em tempo hábil, faz com que a vantagem se torne um ponto negativo. Imagine mandar uma mensagem na segunda-feira e a empresa levar 2 semanas para responder?

No Facebook conta os pontos para os Company Page por responder rápido. Se o tempo é elevado, o Facebook avisa para quem encontra a página da empresa. Isso significa que se esse canal foi negligenciado, no futuro próximo, a empresa perderá um espaço a mais para sua propaganda.

Mandar cliente comprar

Ação comum. Qualquer pedido de conexão em redes como Twitter, Instagram e Facebook, as empresas enviam em muitos casos TEXTÕES com uma chamada de “Podemos marcar uma visita, contate, contrate e etc”. Tudo errado. O lado negativo dessa abordagem é simples, ela só funciona se a pessoa estiver procurando sua empresa para contratar o seu serviço. MP automáticos não geram empatia e sim antipatia.

Rede Social é tirar leite de pedra

Marketing não é um milagre. Quando trabalhamos com Rede Social sabemos que o poder de alcance dela é forte. E por quê? Porque é uma rede de comunicação mundial com inúmeros recursos de inclusão e conexões. E nos oferece diariamente outras tecnologias de contato que superam outras formas de comunicação convencionais. Mas a potencialidade da Rede Social não faz milagres sem uma visão especialista e paciência de um pesquisador.

Fãs Digitais vs Clientes físicos

É uma tentação? Ter milhões de curtidas e fãs. Ter o seu conteúdo distribuído pelo mundo. Mas curtidas e fãs sem retorno na prática, como uma compra ou uma nova inclusão de clientes na carteira, é na verdade uma perda de dinheiro e tempo. Curtidas e fãs devem ser entendidos como parte do processo de crescimento. O que chamamos de funil de vendas.

Nisso consiste a importância de construir uma base de leads que REALMENTE leem o seu conteúdo e estejam interessados no que você negocia. As chances que eles realizem uma compra tem uma proporção muito mais significativa do que aquele que apenas curte, mas não demonstra interesse algum de contrato.

Minha rede, minhas regras

Há um certo acordo nisso. Mas a rede social apesar de pertencer a empresa, precisa seguir as regras básicas de ganho. Uma empresa com finalidades comerciais quer ganhar dinheiro. Se ela seguir as regras que atinjam esse objetivo, não haverá problema algum. Mas seguir regras que trarão prejuízos ou manchas na imagem não parece favorecer o interesse de ninguém.

A questão é saber se suas regras estão concentradas em seu objetivo ou apenas capricho.

Polêmica é a melhor tática

Talvez seja melhor pensar em tática como uma melhor opção do que pensar que a polêmica seja. No Brasil a comunicação sensível demonstrou nos últimos 10 anos ser um desastre. Assuntos que demandam uma articulação sempre foi um problema, muitas crises surgiram apenas pelo fato da forma como foram ditos certos assuntos.

A polêmica pode ser tratada, contanto que esteja dentro da coerência do negócio e quem vai falar sobre o assunto tenha domínio total do que se trata. Avaliando também as reações que a mensagem possa criar.

Gestão de Crise: Engatinha no Brasil

Quando a crise ocorre independente de sua origem. A primeira etapa é formalizar uma contenção para anular ou reduzir o impacto da crise. E o primeiro ato é uma retratação da marca ao ocorrido. Normalmente essa etapa é negligenciada, pois a marca no lugar de revelar os fatos e se posicionar positivamente e ativamente, ela transfere a responsabilidade geralmente ao próprio público e negar qualquer responsabilidade.

Essa é uma prática danosa. Pois a marca pode não ser diretamente culpada pelo problema, mas ela é a parte mais visível do mesmo. Então sua declaração será a mais perceptível.

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